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Telemedicina nos Estados e Municípios

Telemedicina e a segunda onda da Covid-19

Após um período de estabilidade nos casos e mortes pela Covid-19- desde meados de julho- muitos países já apresentam o que tem sido chamado de “segunda onda” da doença, particularmente na Europa, Estados Unidos e Brasil.

Com isso, cresce novamente a preocupação com o suporte de saúde- seja estrutural ou humano-ambos sobrecarregados durante o primeiro pico da doença, no início do ano.

As imagens da superlotação nos hospitais ainda estão bem vivas para nós. Mas também serviram para incentivar o uso da telemedicina como aliada no combate à Covid-19.

Na primeira onda, desde consultórios particulares até planos de saúde e grandes redes hospitalares aderiram a ela para garantir a segurança dos envolvidos no atendimento. E ela cumpriu o seu papel.

O que fazer?

Uma das preocupações das autoridades de saúde é o encontro de duas demandas: da segunda onda da Covid-19 e a demanda reprimida pela primeira onda da pandemia, com atendimentos de outras especialidades que estavam suspensos.

Esse é um dos problemas que pode ser amenizado pela consulta online, que pode selecionar e desafogar o atendimento presencial.

Segurança

A telemedicina já provou a sua importância na primeira onda da Covid-19 no Brasil. Assim que foi aprovada, consultórios, hospitais e planos de saúde recorreram a ela. O crescimento foi exponencial.

A possibilidade de receber um atendimento na própria casa, através de aplicativos específicos, levou conforto tranquilizando pacientes e profissionais.

Ter um médico na palma da mão para tirar suas dúvidas, receita online, em um ambiente digital seguro, fez toda a diferença nesse momento.

Para os médicos, garantir o suporte a pacientes crônicos em acompanhamento com estrutura que possibilita prontuário eletrônico na nuvem, exames à distância e contato com colegas para discussão de diagnósticos foi uma solução rápida.

Isso sem falar na manutenção da receita do consultório possibilitando a manutenção de serviços e funcionários.

Saúde para todos

Também com a pandemia a telemedicina ganhou ainda mais respeito de entidades governamentais, através de programas que levaram a saúde mais longe para populações vulneráveis.

A democratização da saúde é um dos pilares importantes da telemedicina que alcança usuários de todas as classes sociais, levando atendimento a locais com ausência ou deficiência, sem limites territoriais.

Fonte: Conexa Saúde

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