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Inteligência artificial colabora com a geração de dados na área da saúde

Inteligência artificial colabora com a geração de dados na área da saúde

No quinto dia do evento “Diálogos sobre Inteligência Artificial: construindo ecossistemas digitais para inovação no Paraná”, o tema abordado foi o uso da inteligência artificial na área da saúde.

Uma das participantes, a professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Huei Diana Lee, abriu o evento falando sobre a evolução que a inteligência artificial proporcionou para a medicina. Desde a evolução no design das agulhas para aumentar o conforto até a tecnologia utilizada no revestimento de próteses, passando pela nanotecnologia – com a produção de nano tubos para injeção de substâncias nas células, com maior eficácia do medicamento.

“Na área da saúde, a inteligência artificial tem diversas aplicações, como: identificação e diagnóstico de doenças por meio da mineração de dados; diagnósticos médicos por imagem; tratamento personalizado para cada paciente; descoberta de novos medicamentos pela análise de combinações e seus efeitos; pesquisa de ensaio clínico; registro eletrônico inteligente e previsão de surto epidêmico”, enumerou a professora.

Outro aspecto que tomou conta do debate foi a análise e geração de dados pela internet ou presencialmente, e as diferentes formas e possibilidades de utilização. Os desafios para a digitalização da informação na área da saúde foram abordados pelo professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Sylvio Barbon Junior.

“Tanto na área da saúde quanto em outras áreas é essencial a qualidade dos dados para promover a execução e a modelagem do problema de forma adequada. Quando pensamos em inteligência artificial parece algo muito recente, mas as primeiras funções matemáticas que modelam a ideia de neurônio são das décadas 40 e 50, o que nos deu base para termos recursos suficientes para armazenar dados”, ressaltou.

Já o professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Luciano de Andrade, que atua com a Inteligência artificial geográfica, enfatizou a personalização e rapidez no tratamento do paciente. “A inteligência artificial é uma inteligência ampliada que vai dar ao médico e ao profissional de saúde um maior poder de tomada de decisão para tratar diversas doenças”.

O professor ressaltou a importância do treinamento das pessoas, e a necessidade de promover a interação entre as diferentes ferramentas. Segundo o professor isso contribui para a correta governança, organização dos dados e para que o poder de decisão seja realmente efetivo.

As diferentes formas de acesso aos dados foi abordada pelo médico Vladimir Ribeiro Pinto Pizzo, responsável pela operação local na Finlândia da Techtools Health, empresa especializada em startups da área da saúde. “O acesso aos dados é a grande questão. A inteligência artificial oferece uma grande capacidade no sentido de utilizar recursos que aumentem a capacidade dos profissionais de saúde para conseguir oferecer aos cidadãos um caminho adequado para que os seus anseios sejam contemplados”, completou o médico.

Fonte: Governo do Estado do Paraná

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