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Coronavírus

Convênio permitiu mais de 10 mil teleconsultas sobre Covid

Antes de chegar ao fim, o convênio assinado entre a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já gerou resultados que tornam os mineiros mais equipados contra a Covid-19. Os números parciais foram apresentados na última segunda-feira (24/8/20) e somam, desde junho, mais de 10 mil teleconsultas e a criação do protótipo de um ventilador hospitalar mecânico de baixo custo, além da produção de protetores faciais para profissionais de saúde. O convênio que viabilizou essas iniciativas tem previsão de término em outubro.

Foram repassados pela ALMG R$ 1.5 milhão diretamente a três projetos. Um deles é o de telemedicina. Também foram contemplados o projeto de desenvolvimento do ventilador mecânico e um de produção e distribuição de máscaras faciais de acrílico para trabalhadores da saúde.

A primeira versão do protótipo do ventilador hospitalar mecânico já foi desenvolvida e, agora, receberá melhorias, como diminuição de seu tamanho e peso e implementação de uma fase para testes. O respirador de rápida fabricação e de base técnica nacional possui autonomia em relação a queda de energia elétrica.

Serviço de telemedicina orienta população

Até 15 de agosto, o serviço de atendimento para tirar dúvidas sobre a Covid-19 realizou 10.750 teleconsultas. A meta é chegar até 20.736 teleatendimentos em outubro. As ações de enfrentamento da doença por meio da Rede de Telessaúde de Minas Gerais têm foco em orientar a população sobre os cuidados e precauções com relação à doença, atender remotamente casos suspeitos e capacitar profissionais de saúde.

Além do teleatendimento, o serviço oferece ações educacionais, como vídeos, infográficos, chatbot, biblioteca digital e perguntas e respostas mais frequentes, por meio de hotsite e redes sociais.

Protetores faciais – O projeto para produção de máscaras faciais de acrílico já atende hospitais, unidades de pronto atendimento e centros de saúde da Capital e de outras regiões de Minas Gerais. Os itens passam por controle de qualidade antes de serem destinados aos profissionais da área da saúde e as peças com defeito são recicladas.

O trabalho reuniu voluntários com acesso a impressoras 3D para produzir as peças que compõem esses protetores. Na UFMG, elas são montadas e saem para distribuição. O Cefet e a Fiocruz também participam do trabalho.

Fonte: Assembléia Legislativa de Minas Gerais

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