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Medicina e Tecnologia

Medicina e o uso inteligente de dados pode alavancar o setor

Medicina e o uso inteligente de dados

A crise do COVID-19 mudou para sempre a maneira como a sociedade aborda os serviços humanos mais valiosos, incluindo a medicina, em especial a assistência médica. A telemedicina está sendo amplamente adotada em todo o mundo, suplantando desafios de regulamentação que foram adaptados para o momento que estamos vivendo viabilizando a implementação de diversos tipos de tecnologias para suporte ao momento em que estamos vivendo.

Na corrida para instalar soluções de telemedicina em massa, as empresas priorizaram o acesso dos pacientes ao atendimento e infelizmente muitas vezes esquecem de ativar os controles de qualidade, segurança e consistência em uma força de trabalho distribuída e que não estava acostumada com esse modelo. Muitas adotaram plataformas específicas para consultas virtuais, mas a maioria das instituições optou por soluções de teleconferência disponíveis comercialmente, como Zoom e Teams. Esse cenário favoreceu os ataques de ransomware a funcionários de hospitais e aos novos pontos de entrada nos sistemas de saúde, que aumentou 350% no primeiro trimestre.

 

Tecnologias de armazenamento e gestão de dados são fundamentais para a segurança das informações dos pacientes – extremamente críticas – garantindo o compliance com a Lei de Responsabilidade e Portabilidade de Seguro Saúde (HIPAA). Além disso, existem soluções que oferecem supervisão e controle de qualidade em relação aos protocolos médicos, monitorando as interações entre eles e os pacientes durante uma consulta virtual para garantir que as recomendações do setor estão sendo cumpridas.

Todo esse cenário traz um novo e enorme desafio: reunir e integrar informações dispersas oriundas de videoconferências, e-mails e redes sociais ao invés do portal regular de pacientes. Para isso, a tecnologia se torna ainda mais fundamental e classificação é a palavra-chave. Ao classificar os dados, os tomadores de decisão podem identificar informações valiosas – de registros eletrônicos dos pacientes a critérios de diagnósticos e tratamentos bem-sucedidos – em questão de segundos. E, por meio da inteligência de dados na medicina, conseguem ter uma visão mais organizada, abrangente e holística das informações, fornecendo resultados melhores para provedores, médicos, cuidadores, pacientes e pesquisadores.

Fonte: Gustavo Leite, country manager da Veritas no Brasil.

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